As indústrias de processo enfrentam uma pressão constante pela transformação digital. Os operadores precisam equilibrar a estabilidade rígida de um Sistema de Controle Distribuído (DCS) com a agilidade das tecnologias modernas nativas da nuvem. A estratégia "Automação Estendida" da ABB aborda essa tensão diretamente. Ela se afasta do hardware monolítico e proprietário em direção a um futuro aberto e definido por software. Essa abordagem está alinhada com grandes movimentos da indústria como Automação de Processo Aberta (OPA) e NAMUR, garantindo que a automação industrial permaneça competitiva em um mercado global volátil.