O cenário industrial europeu enfrenta uma era regulatória transformadora a partir de 2026. As indústrias de processo, especialmente os setores químico e energético, devem agora navegar por dois poderosos marcos legislativos: a Diretiva NIS2 e o Ato de Resiliência Cibernética (CRA). Juntas, essas leis transformam a cibersegurança de uma "melhor prática" voluntária em um requisito obrigatório para o acesso ao mercado e a continuidade operacional.
À medida que as cadeias globais de suprimentos se aproximam dos consumidores, a demanda por automação industrial resiliente nunca foi tão alta. A Rockwell Automation lançou recentemente seu Relatório de Sustentabilidade 2025, destacando um foco duplo na circularidade ambiental e na segurança cibernética robusta. Com 26.000 funcionários em todo o mundo, a empresa agora aproveita sua escala para transformar a automação de fábricas tradicional em uma força para a segurança ecológica e digital.
A fronteira entre ficção científica e realidade tornou-se tênue. A guerra cibernética, antes um tema literário, agora representa uma ameaça concreta à infraestrutura crítica global. À medida que os sistemas industriais se tornam mais interligados, o modelo de segurança por "isolamento físico" praticamente desapareceu. Essa mudança exige uma reavaliação rigorosa de como protegemos a espinha dorsal da sociedade moderna.