A Clarivate Plc nomeou oficialmente a FANUC Corporation como uma das "100 Maiores Inovadoras Globais de 2026." Este reconhecimento prestigioso marca a sétima vez que a FANUC integra este grupo seleto. Notavelmente, a empresa manteve sua posição por cinco anos consecutivos. A Clarivate utiliza dados proprietários de patentes para identificar organizações na vanguarda do cenário global de propriedade intelectual. Esta conquista reafirma a liderança da FANUC no setor de automação industrial por meio de pesquisa e desenvolvimento consistentes e de alto impacto.
A Rockwell Automation publicou recentemente seu Relatório de Sustentabilidade 2025, destacando marcos importantes em automação industrial e gestão ambiental. A empresa conseguiu desviar 90% de seus resíduos globais dos aterros sanitários. Essa conquista demonstra como os líderes em automação de fábricas estão indo além da eficiência para priorizar a circularidade. Ao integrar os princípios ESG em sua estratégia central, a Rockwell prova que operações sustentáveis e sistemas de controle de alto desempenho caminham lado a lado.
Modernizar uma planta já existente requer mais do que simplesmente trocar equipamentos antigos por novos dispositivos. Exige um redesenho estratégico de como a informação circula pela instalação. Muitos engenheiros enfrentam o desafio de integrar a automação industrial de ponta com equipamentos com décadas de uso. Sem um plano claro, corre-se o risco de criar silos de dados e redes frágeis. No entanto, uma abordagem estruturada para o gerenciamento do fluxo de dados pode transformar esses ativos legados em fontes valiosas de conhecimento.
O cenário da manufatura global está passando por uma transformação radical. Recentemente, a Xiaomi inaugurou uma enorme unidade de produção no distrito de Changping, em Pequim, que opera totalmente sem intervenção humana. Esta "fábrica às escuras" de 81.000 metros quadrados representa o auge da automação fabril moderna, onde máquinas trabalham no escuro total para produzir eletrônicos de alta qualidade. Ao eliminar as limitações humanas, a Xiaomi estabeleceu um novo padrão de precisão e produção na indústria tecnológica.
O cenário da automação industrial está passando por uma mudança sísmica. Dados recentes da IDTechEx projetam que a receita dos robôs colaborativos (cobots) vai disparar de US$ 1,2 bilhão para quase US$ 30 bilhões em uma década. Esse crescimento indica uma transição de máquinas rígidas e isoladas para sistemas flexíveis e centrados no ser humano. Os fabricantes agora enfrentam um momento decisivo para integrar essas ferramentas versáteis em seus atuais sistemas de controle.
No mundo da automação industrial, mover um único motor é simples. No entanto, coordenar três ou mais eixos para funcionar como uma unidade exige estratégias avançadas de controle. Seja construindo um pórtico personalizado ou um robô articulado, o movimento coordenado simplifica cálculos espaciais complexos. Essa tecnologia permite que múltiplas articulações alcancem seu destino simultaneamente, garantindo trajetórias suaves e previsíveis para a máquina.